Utilidad de la laparoscopía en el tratamiento de abscesos post apendicectomía. Casos clínicos (video)
DOI:
https://doi.org/10.31837/cir.urug/3.2.7Resumo
Introducción
Los abscesos residuales post-apendicectomía aparecen en un 4% en las formas simples y hasta en el 20% de las complicadas. El tratamiento puede ser conservador mediante antibioticoterapia, aunque los mayores de 4-5 cm requerirán drenaje, que puede ser percutáneo (de elección) o quirúrgico (laparotómico o laparoscópico). El abordaje laparoscópico permite una exploración completa de la cavidad abdomino-pélvica y el tratamiento de uno o varios abscesos, con menor dolor postoperatorio e infecciones parietales en comparación al abordaje laparotómico.
Descripción de contenidos
Caso 1: mujer, 19 años, apendicectomía laparoscópica (edematosa). Al 7º día dolor abdominal, taquicardia y fiebre, leucocitosis elevada. TC: absceso retrocecal de 6 cm. Se realiza drenaje laparoscópico completo y sin incidentes.
Caso 2: hombre, 32 años, apendicectomía laparoscópica (gangrenosa). Ileo postoperatorio, taquicardia y polipnea, TC al 4º día: absceso del Douglas y leve cantidad de líquido libre intraabdominal. Se realiza drenaje laparoscópico de absceso del Douglas y toilette peritoneal.
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